terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Maranharte Informa: Papoético


Papoético

Quinta-Feira, 29.12.2011, às 19h30, no Chico Discos.

Confraternização, Lançamento do Projeto do Festival de Poesia do Papoético e Leitura de poemas com Dyl Pires.

Coordenação: Paulo Melo Sousa.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Maranharte Divulga: informativo Ilhavitualpontocom.com N° 07 e Revista Eletrônica Plural

Já está online o sétimo número do informativo Ilhavitualpontocom.com , nesta edição temos :

- Ubiratan Teixeira;

- José Ewerton Neto;

- Weliton Carvalho;

- Os Tambores de São Luís, de Josué Montello;

-Sotero dos Reis.

Para acessar o informativo maranhense, clique AQUI.



PLURAL, é o novo espaço virtual para divulgação de ideias, pontos de vista, doutrinas, conhecimento, inovação no Maranhão. Em seu primeiro número, a revista eletrônica do Geia traz textos de Luiz Phelipe Andrés, Sebastião Moreira Duarte, Álvaro Lima, Eduardo Martins, dentre outros. Infelizmente essa primeira edição não trata de literatura, mas certamente será um dos temas propostos nas edições vindouras.

Clique AQUI para acessar a revista.


Maranharte Divulga: V Feira do Livro de São Luís


José Chagas visita a Feira do Livro de São Luís


Quem esteve na 5ª Feira do Livro de São Luís, na tarde dessa sexta-feira (02), pode ver de perto o escritor, poeta e patrono do evento José Chagas, que circulou pelos corredores e estandes, seguido de perto por outros escritores, livreiros e estudantes, que não queriam perder a oportunidade de conhecer um dos mais emblemáticos literatos do Maranhão.

Logo ao chegar, José Chagas foi até o Café Literário. Lá, o poeta conversou com os organizadores da Feira e com jornalistas e admiradores da poesia do escritor. Todos muito atentos a cada palavra de Chagas.

Sobre a escolha dele para ser patrono dessa 5ª edição da Feira, José Chagas foi enfático: “Nunca fui patrono de coisa alguma. E, agora que estão me homenageando, sinto que não estou cumprindo meu papel”, disse ele. Por fazer parte do mundo das letras, e ser esse seu maior prazer, Chagas acha que deveria estar presente todos os dias, em todos os eventos programados pela Feira. “Mas não tenho mais condições físicas para isso”, justificou.

A saúde de José Chagas, inclusive, é tida pelo poeta como a responsável pelo que ele chama de aposentadoria da arte de escrever. Não que ele já tenha abandonado a poesia, pois a escrita ainda faz parte da rotina do poeta, mesmo que de forma espaçada, o que significa não estar com o bloco de anotações permanentemente, como era hábito dele. “Ainda escrevo, mas depois não entendo mais o que escrevi. Leio muito, mas não retenho o que li. Tudo isso por conta das crises de labirintite. É por isso que acho estranho estar recebendo essa homenagem nessa altura da minha vida”, contou.

Alma ludovicense – Para muitos, José Chagas é o poeta que mais profundamente traduziu o espírito de São Luís. As ruas, os becos, os casarões e até os telhados foram eternizados nos versos de Chagas, que, ao longo de seus 88 anos de idade, já escreveu cerca de 30 livros, a maioria deles dedicados à São Luís. Todos estão disponíveis nos estandes de vendas da Feira.

Essa facilidade em mergulhar na alma de São Luís, diz Chagas, deve-se ao fato de ele ter estudado muito os autores do Maranhão. “Sou o paraibano mais maranhense que existe. Quando ainda era estudante na Paraíba, eu lia muito sobre os grandes artistas e, por isso, quando me mudei para cá, eu sabia muito mais do que todos os meus colegas estudantes”, revela.

Entretanto, apesar de admitir que entenda de literatura maranhense, José Chagas não se julga um grande poeta. “Escrevo uma poesia vagabunda, mas que, mesmo assim, tem mais importância que eu”, diz ele, com a simplicidade que caracteriza quem não precisa exaltar a própria imagem.

Grato por tudo o que a literatura proporcionou à sua vida, José Chagas faz questão de agradecer a oportunidade que a vida proporcionou a ele. “Mas devo minha vida aos livros e aos livreiros”, finaliza o poeta.

Escrito por Olivia Vidigal fonte: ww.feiradolivrodesaoluis.com.br foto: site citado

Maranharte Informa: FUNC divulga resultado do 34º Concurso Literário e Artístico de São Luís

Aproveitando a realização da 5ª Feira do Livro de São Luís, a Fundação Municipal de Cultura (Func) reafirma a tradição ludovicense na área da literatura e apresenta à comunidade os vencedores do 34º Concurso Artístico e Literário Cidade de São Luís.

O mais antigo certame literário ludovicense já é consagrado como um dos mais tradicionais incentivos às artes maranhenses, revelando muitos talentos ao longo das 34 edições. O evento reúne desde os artistas e autores mais experientes até os iniciantes e distingue-se por premiar obras inéditas. Nesta edição, 75 obras inscreveram-se no Concurso.

“O Concurso Literário é uma importante ferramenta de cultura que estimula e impulsiona a produção literária e artística de nossa cidade. Não é só uma vitrine, mas também um descobridor de novos talentos nas áreas de literatura e artes plásticas”, afirmou o presidente da Func, Euclides Moreira Neto.

Os premiados

Na categoria literária, o prêmio Aluízio Azevedo ficou com Jorgeana Braga, com a obra A casa do sentido vermelho.

O prêmio Antonio Lopes ficou com a obra “A capoeira em São Luis, dinâmica e expansão no século XX: dos anos 60 aos dias atuais”, de Augusto Cássio Viana de Souza.

Para o prêmio Sousândrade, a obra premiada foi Incêndios, de Samarone Carvalho Marinho.

Os prêmios Zaque Pedro, Inácio Cunha e de Jornalismo não apresentaram o número mínimo de inscrições e, conforme o artigo 8.7 do regulamento, a Func reserva-se do direito de não realizar o julgamento e, consequentemente, a premiação das categorias.

Comissão julgadora

A comissão julgadora deste Concurso foi composta por: Bruno Azevedo, Domingos Tourinho, Ubiratan Teixeira, Karla Freire, Elias Rocha, Sandra Regina, Celso Borges, Paulo Melo Souza e Hagamenon de Jesus.

Premiação

Os vencedores receberão certificados, um prêmio para cada categoria no valor de R$ 5.450,00 (cinco mil, quatrocentos e cinquenta reais) e a publicação das obras contempladas em primeiro lugar.

Fonte: jornal O Imparcial (2 de dezembro de 2011)