domingo, 31 de julho de 2011

Caminho das Pedras: ilhavirtualpontocom Nº 04

A quarta edição do jornal virtual ilhavirtualpontocom já estar disponível. Nesta edição o Prof. Neres e sua trupe acadêmica falam da 7ª edição do Festival GEIA de Literatura. Temos também um perfil da jovem escritora (e colaboradora do Maranharte) Talita Guimarães, uma crônica-ensaio do escritor José Ewerton Neto e comentários sobre dois livros de Paulo Melo Sousa. José Neres também assina um artigo sobre o romancista Humberto de Campos e ainda fala sobra a poesia do escritor Raimundo Correia.

O e-mail do jornal é ilhavirtualpontocom@gmail.com e para ler o mesmo, clique AQUI.

sábado, 30 de julho de 2011

Pedra Preciosa: Josué Montello

Cinco anos sem Josué Montello

O grande autor nasceu em São Luís, Maranhão, foi jornalista, professor, teatrólogo e escritor.

Meu pai, o psicólogo José Antônio da Silva, militava em organizações sociais, sindicais e estudantis, dedicando-se rotineiramente ao trabalho burocrático. Para elaborar estatutos, ofícios e requerimentos ou responder aos documentos recebidos, acordava cedo, dormia tarde e passava os fins de semana à maquina de datilografia que foi, nos primeiros arroubos de cronista, minha primeira companheira de frustrações literárias. Indagado por um aluno, respondi que, ao crescer, queria ser um sexto do que é meu pai:

- Meu pai, sozinho, vale por trinta exércitos.

A figura do homem incansável, multidisciplinar, determinado e rigoroso, que trabalhava por trinta exércitos, explodiu-me na lembrança ao pensar em Josué Montello, que, em março, completa cinco anos de falecimento. Montello nasceu em São Luís (MA) em agosto de 1917 e faleceu em março de 2006 no Rio de Janeiro. Depois de Belém, a capital fluminense constituiu o refúgio do romancista que atravessaria o século XX residindo no Peru, em Portugal ou na Espanha, onde desempenhou a função de professor, de pesquisador ou de burocrata do governo brasileiro.

O primeiro encontro com Josué Montello - assim como o primeiro encontro com Santo Agostinho - aconteceu casualmente entre meados e fins da década de 1990 quando, adquirindo os volumes de uma coleção, observei desinteressadamente Cais da Sagração. Alguns leitores namoram os livros de sua biblioteca até levá-los aos contatos mais íntimos, mais profundos, mais prazerosos. Sentia-me convidado a enfrentar Cais da Sagração ao mesmo tempo que me via apreensivo: valia a pena me arriscar em mais de trezentas páginas de um escritor elogiado, mas pouco comentado nos cadernos culturais e nos periódicos especializados? Entre a dúvida do arrependimento e o medo do enfado, optei pela curiosidade do desafio, inicialmente denso, mas que, aos poucos, se tornou poético. A narrativa valia-se de técnicas psicológicas que fundiam passado e presente numa prática de rememorização.

A fluência dos parágrafos e o desenrolar do enredo moviam-se empurrados pelas suaves pitadas de humor, de identidade regional e de discussão sobre morte, fidelidade, violência, machismo, relações verticais e regeneração senil. Esses temas, na pena incansável e no olhar perspicaz, são tratados com tamanha maturidade a ponto de os eufemismos constituírem um dos degraus metafóricos que suavizam a submissão feminina, o desmoronamento dos sentimentos amorosos, os entraves entre religião e moral: o romancista transforma Mestre Severino, pescador maranhense, em um assassino tão irracional quanto Otelo. Vanju e Desdêmona entram nos terrenos metafísicos pela asfixia premeditada, instigada pelas visões do descontrole.

Até então conhecera apenas um escritor contemporâneo prolífico, melífluo e cosmopolita: Moacyr Scliar. O domínio da técnica narrativa em prosa manifesta-se em crônica, conto, novela, romance, ensaio, memórias, biografias (reais ou ficcionais), artigos em jornais, revistas, periódicos acadêmicos ou especializados. Seria o caso de Josué Montello?

Busquei suas crônicas. Uma antologia de Flávia Amparo selecionava suas colaborações ao Jornal do Brasil. Retratando centenas de temas, abordando assuntos que iam da política à economia, da arte como manifestação suprema aos percalços da escrita, das preferências intelectuais aos bastidores do campo literário, das grandes viagens ou honrarias aos encontros da Academia Brasileira de Letras, Josué Montello demonstrou sua capacidade de integrar o patamar dos intelectuais que, no século XIX, eram batizados de polígrafos: preparados para debater, entreter, refletir e escrever sobre tudo.

Enfeitiçou-me novamente o estilo construído na leveza das frases e no encadeamento dos enredos. Passei a procurar suas obras. Já tinha lido Cais da Sagração e suas Melhores crônicas. Constavam de minha biblioteca Os tambores de São Luís e O Juscelino Kubitschek de minhas recordações. Optei, com a finalidade de verificar sua desenvoltura nos relatos do governo presidencialista em meados de 1950, pelo ensaio que imaginei historiográfico, mas se apresentou memorialístico e propenso à consolidação da autoimagem.

O Juscelino Kubitschek de minhas recordações contempla personalidades, situações ou temas. A estratégia de capítulos de estrutura média - nem tão curtos quanto os machadianos nem tão extensos quanto os de Beckett - simboliza o objetivo contemporâneo de perseguição da linguagem apurada e acessível. As preocupações da linguagem, nos asseguraria em "Confissão de um romancista", crônica publicada em dezembro de 1981, ultrapassam os limites do bom senso a ponto de textos jornalísticos, na iminência de saírem das gráficas, serem alterados às pressas e até livros publicados, premiados, objetos de teses ou dissertações, serem modificados reiteradamente em busca da perfeição.

O esmero da linguagem literária pressupõe o aperfeiçoamento das técnicas, dos métodos e do estilo de quem, alertado por leitores, críticos ou confrades, altera trechos de enredo, reelabora construções metafóricas ou modifica integralmente a ordem das palavras em busca da sintaxe sóbria.

A procura da palavra adequada, da frase destemida ou do parágrafo ideal consome igualmente suas forças no âmbito particular uma vez que, nas memórias, nos ensaios considerados historiográficos, nas cartas ou nos diários, o estilo límpido representa uma obsessão. O leitor dialoga com um mestre da escrita, seja na concepção de um grande romance, seja no recado para buscar livros, jornais e revistas nas redondezas ou no pedido de ajustar um paletó.

Talvez a carpintaria, como nos sugere Autran Dourado, encontre em Josué Montello a personificação do profissional que usa com grande maestria as ferramentas disponíveis para retirar o excesso da madeira. Talvez Montello já dominasse imageticamente as histórias, os argumentos, as teses. Bastava livrar-se do excedente e sobressair o essencial. Seus livros traduzem o esforço do mestre que, cortando, limpando, observando, comparando, polindo, voltando a cortar, a limpar, a polir, faz da escrita o artifício beligerante e conciliador.

Obviamente, precisaríamos de um longo espaço para tratar de atividades profissionais exercidas concomitantemente às do homem de letras. Montello desempenhou o papel de educador - lecionando em diversos países - e ocupou a reitoria da Universidade Federal do Maranhão. Sua devoção aos livros estendeu-se à prática de divulgá-los incansavelmente, fosse como cronista, jornalista ou palestrante, fosse na condição de diretor da Biblioteca Nacional ou na de membro da Academia Brasileira de Letras. As movimentações dos bastidores para chegar à Casa de Machado de Assis são brilhantemente retratadas pelo ensaísta José Neres em "Montello: o Benjamim da Academia".

Tratei ligeiramente das obras jornalísticas, das crônicas, dos romances, dos ensaios e dos diários sem, no entanto, discorrer sobre Os Tambores de São Luís, atrelado à sua figura por boa parte do público. Os Tambores de São Luís é um grande romance - tanto no número de páginas quanto na construção do enredo, das metáforas e de paradigmas sintáticos - que versa... Você quer saber de que trata Os Tambores de São Luís? Procure a biblioteca mais próxima! Não perca tempo!

O tempo que você, leitor, gastar nos personagens humanamente fabulosos, nos relatos deliciosamente comuns e nos desfechos essencialmente sem grandes sobressaltos será recompensado pela percepção aprofundada das relações sociais, filosóficas e psicológicas tão bem desenvolvidas que chegam a ser algo incomodamente rotineiro, pessoal e revoltante. O impacto consiste na transmissão de histórias simples em linguagem refinada. Praticamente uma mistura de erudito e popular sem cair no popularesco nem se fechar no castelo de vidro. Alguém a fim de abrir Os Tambores de São Luís e percorrer suas quase setecentas páginas bebendo refrigerante, comendo pão de queijo e ouvindo ópera?

Texto de Vicentônio Regis do Nascimento Silva (crítico literário, tradutor e autor de Aprendizagens & Linhas para minha mãe) para a Revista Literatura – Conhecimento Prático ( Nº 37, junho de 2011)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Opinião de Pedra: Ricardo Leão


Este é um livro que há algum tempo a cultura maranhense clama, dada a sua importância como documento nodal de nossa história literária. Depois da publicação de Nomes e Nuvens, este Sal e Sol vem-se firmar como mais uma referência incontornável para todos aqueles que desejam conhecer ou mesmo escrever sobre a historiografia da arte e literatura maranhenses, em função não do volume de dados e datas aqui coletados pela hábil mão de cronista que a autora possui, mas sobretudo pela humanidade que evola de suas páginas. Humanidade, aliás, que diria ser o traço mais distintivo dos textos coligidos ao longo de suas trezentas páginas, aliada à escrita elegante e delicada de uma das mais sensíveis e melhores escritoras – sem sombra de dúvidas, a melhor em nossa ficção contemporânea – que esta terra já gerou, desde a pioneira Maria Firmina dos Reis, antecessora histórica a quem Arlete Nogueira da Cruz supera em muito, em função da inegável e cristalina qualidade de sua ficção.

[...]

O curioso é notar que, mesmo quando se encontra indignada, Arlete diz o que pensa sem, entretanto, perder a natural elegância, o que torna o seu depoimento ainda mais nodal, porque irrefutável. Como consciente animadora cultural, personagem importante de nossa vida artística ou literária – quando o pôde, por meios oficiais ou não, sempre estendeu a mão aos nossos mais importantes talentos –, Arlete dá um importante legado e uma inegável contribuição para a feição da cultura maranhense do século XX, que sem ela seria indubitavelmente mais pobre. Devido a isso, suas importantes críticas, resultados da indignação, são incisivas e fortes, apontando os nossos descasos, o deboche que é comum em nossa terra, destinado em grande parte aos que nela trabalham para o seu engrandecimento. Uma terra onde, como afirmou Vieira, até o sol mente.

Outro aspecto que merece destaque na atividade de Arlete é a crítica literária ou a crítica acadêmica, exercidas na forma de resenhas e prefácios às obras que analisou. Aqui, a autora revela um de seus recantos intelectuais mais elaborados, mais requintados, pois ao expressar suas opiniões, sempre abalizadas, procura emitir o julgamento e a análise mais justos, fazendo uso de um não diminuto conhecimento acadêmico que possui. Neste ponto, torna-se sensível a sua formação filosófica, aliada à de artista, capaz de levantar toda a sua erudição quando se trata de defender os mais lídimos talentos da terra, caso de João do Vale – a escritora aqui faz uma bela incursão antropológica sobre a definição entre o popular e o erudito –, ou quando faz uma poderosa auto-análise, como em Um depoimento sobre livros, texto no qual a autora compõe um importante inventário estético de sua obra. O que podemos ver, nestes textos, não é tanto a preocupação com uma crítica formal, batizada nos mais complexos e frios recursos da teoria literária, mas sim o desvelo, mais uma vez, da escritora e artista, preocupada em trazer algo de calor humano ao que escreve, ainda que seja para emitir um juízo crítico a respeito de um livro. Não deixa, portanto, de ser uma contribuição indispensável, quando falta a muitos críticos de hoje justamente a visada sobre o aspecto humano das obras e de seus autores e menos dos aspectos estruturais vazados por uma teoria que, não raro, amputa o fenômeno artístico inerente às obras. Ademais, Arlete parece estar aqui consciente que, apesar dos esforços dos críticos, as obras falam por si mesmas, ensimesmadas em sua densa camada de significados e de pulsação estética.

Por último, não é demais frisar novamente o que este livro representa para a geração na qual Arlete cresceu, geração de tantos escritores, artistas, homens e mulheres representativos para a história maranhense do século XX, sem os quais não haveria suporte para que a nova geração pudesse encontrar um terreno minimamente fértil para as suas atividades. Foi uma geração que lutou, de maneira sóbria e digna, para manter o melhor das tradições maranhenses: a sua inegável riqueza, a tradição cultural e artística, que encontrou nos homens e mulheres aqui citados os seus mais legítimos defensores e criadores. Os resultados, ainda que esparsos e incompletos – não por falta de boa vontade, mas à revelia de uma precariedade muitas vezes insustentável –, estão aí, sob a forma de uma velha São Luís, patrimônio da humanidade que, ainda em começos do século XXI, ostenta uma das maiores desigualdades sociais do país, mas que pode orgulhar-se ainda de sua cultura, da inteligência de seu povo e da criatividade de seus artistas. O julgamento da história condenou a geração de Arlete, assim como as gerações sucedâneas, ao que já se chamou como estigma da decadência, algo tão benjaminiano, que a autora teve oportunidade de cantar de maneira altissonante em Litania da Velha, símbolo e metáfora da cidade e de sua gente, onde deambulam os farrapos de antigas pompas, as quais lutamos por conservar em nossa memória, sem conseguir vencer o círculo vicioso da miséria. A geração da autora foi mais uma vítima, como as subseqüentes, deste quadro que parece uma mortalha cármica envolvendo de luto o melhor do esforço dos mais dotados maranhenses, que vêem, com tristeza, o apagamento sistemático de suas passagens por esta terra que tanto amam, de maneira sôfrega e desesperada. Como Rimbaud, talvez estes maranhenses sejam da raça que canta no suplício, mas é preciso tirá-los desta temporada no inferno e trazê-los às iluminações de um tempo mais pródigo.

Este livro de impressões biográficas e literárias de Arlete traz um testemunho importante neste sentido, com este precioso punhado de crônicas, artigos e textos diversos, a escritora se firma como a mais sensível e prodigiosa cronista da vida artística e literária maranhense. As impressões da autora, portanto, atingem o seu alvo: contribuir para a visualização de um tempo, do qual ela foi testemunha e partícipe, quando não uma das mais ativas protagonistas ou coadjuvantes.

Fonte: texto do escritor e professor Ricardo Leão para o Suplemento Cultural Guesa Errante (Edição 146)

domingo, 17 de julho de 2011

sábado, 16 de julho de 2011

Maranharte Informa: 7º Festival GEIA de Literatura - Programação



PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL – 2011
DIA 24/08/11
GINÁSIO PATRONATO SÃO JOSÉ DE RIBAMAR
10:00h Orquestra dos bichos – Alunos do Ensino Fundamental da Escola Municipal Maria Amélia Bastos
10:30h A turma do Pererê – Alunos do EJA da Escola Municipal Maria Amélia Bastos
13:00h III Gincana Geia do Conhecimento – III Desafio de Literatura – Ensino Fundamental
17:00h Palestra de Laurentino Gomes
UNIDADE ESCOLAR DIOMEDES DA SILVA PEREIRA
10:00h Encontro com os acadêmicos: Milson Coutinho, Joaquim Itapary, Benedito Buzar e Sônia Almeida
LICEU RIBAMARENSE I
10:00h Água é um bem, cuide para não ficar sem – Elizângela Santos
14:00h II Prêmio Professor Pesquisador
LICEU RIBAMARENSE II
10:00h Pinóquio, uma análise crítico-discursiva do lúdico infantil – Flávia Leite Gomes
CASA PAROQUIAL
8:00h OFICINA 1: A literatura maranhense em sala de aula – José Ribamar Neres
Público-alvo: professores
8:00h OFICINA 2: Aprendendo com o texto – Joaquim Gomes e Bruno Silveira
Público-alvo: 8º e 9º ano
SECRETARIA DE TURISMO
10:00h Leitura: a relação dos jovens com a literatura – Marineis Merçon
14:00h I Prêmio Geia de Monografia: Da obra de Oliveira Marques: contributo à historiografia literária – Gustavo Ribeiro de Carvalho Berredo (UFMA); Menino de engenho: análise do perfil melancólico do protagonista Carlinhos à luz de estudos psicanalíticos e literários – Aline Tavares Machado Silva (UFMA); A Linguagem como expressão da realidade nas canções de Luiz Gonzaga – Kaylla Ferreira Pinheiro (UNDB); Os novos atenienses e o imaginário da decadência – Patrícia Raquel Lobato Durans (UFMA); O Simbolismo no Maranhão: uma análise das obras de Maranhão Sobrinho e Frutuoso Ferreira – Samara Santos Araujo (UFMA).
PRAÇA DA MATRIZ
14:00h FEIRA DE LIVROS – SESSÕES DE LEITURA – RECITAL DE POESIA

DIA 25/08/11
GINÁSIO PATRONATO SÃO JOSÉ DE RIBAMAR
10:00h Auto da compadecida – Grupo de Teatro do Curso de Direito da UNDB
14:00h III Gincana Geia do Conhecimento – III Desafio de Literatura – Ensino Fundamental
UNIDADE ESCOLAR DIOMEDES DA SILVA PEREIRA
10:00h Encontro com os escritores de São José de Ribamar – Maria da Glória Batista Lima, Marly de Jesus Conceição, Rosemary Rego e Raimunda Frazão
LICEU RIBAMARENSE I
10:00h História e Literatura – José Henrique de Paula Borralho
14:00h II Prêmio Professor Pesquisador
LICEU RIBAMARENSE II
10:00h Encanto dos sonetos de Raimundo Correa – Antonio Martins
CASA PAROQUIAL
8:00h OFICINA 1: A literatura maranhense em sala de aula – José Ribamar Neres
Público-alvo: professores
8:00h OFICINA 2: Aprendendo com o texto – Joaquim Gomes e Bruno Silveira
Público-alvo: 8º e 9º ano
SECRETARIA DE TURISMO
10:00h Encontro com acadêmicos – Ceres Costa Fernandes, José Carlos Sousa e Silva, Waldemiro Viana e Ubiratan Teixeira
14:00h I Prêmio Geia de Monografia: O(a) professor(a) e a educação sexual das crianças dos anos iniciais do ensino fundamental: um estudo de caso – Alessandra Karla Oliveira Amorim (UNDB); A construção do Eu na perspectiva do Outro, na obra A Parede, de Arlete Nogueira da Cruz – Edneyson Reis Soares Amaral (FAMA); A informática na educação especial: Condições de interatividade? – Ana Carla Vale Lago (UFMA); Literatura infantil – Maria do Carmo Sanches Assunção (UFMA); Diagnóstico da prática de EA nas escolas municipais – MA – Rosiane Pereira Ferreira (UNDB).
PRAÇA DA MATRIZ
14:00h FEIRA DE LIVROS – SESSÕES DE LEITURA – RECITAL DE POESIA
18:00h Entrega dos prêmios da II Olimpíada de Matemática
DIA 26/08/11
GINÁSIO PATRONATO SÃO JOSÉ DE RIBAMAR
09:00h III Gincana Geia do Conhecimento – III Desafio de Literatura – Ensino Médio
14:00h III Gincana Geia do Conhecimento – III Desafio de Literatura – Ensino Fundamental
UNIDADE ESCOLAR DIOMEDES DA SILVA PEREIRA
10:00h Quarto de despejo: um diário da realidade brasileira – David Morais
LICEU RIBAMARENSE I
10:00h O teatro e a literatura – Tácito Borralho
14:00h II Prêmio Professor Pesquisador
LICEU RIBAMARENSE II
10:00h Encontro com acadêmicos – Laura Amélia Damous, Lourival Serejo, Mont’Alverne Frota e José Maria Cabral Marques
SECRETARIA DE TURISMO
10:00h O livro que queria ser um brinquedo – Grupo de Teatro do Liceu Ribamarense II
14:00h I Prêmio Geia de Monografia: Uma reflexão sobre a obra “A parede” de Arlete Nogueira da Cruz: O conflito psicológico vivido pela personagem Cínzia – Suely Borges Pereira (FAMA); A Homossexualidade Feminina na obra ” O Patinho Torto ou os Mistérios do sexo”, de Coelho Neto – Maria Alice Gomes Moraes (FAMA); Inclusão do aluno com deficiência visual em Caxias – MA – Kelly Nascimento de Araujo (UNDB); Contribuição para prática pedagógica – Andréia Alves Souza (UFMA)
PRAÇA DA MATRIZ
14:00h FEIRA DE LIVROS – SESSÕES DE LEITURA – RECITAL DE POESIA
18:00h Entrega do prêmio do II Concurso Professor Pesquisador
18:30h Entrega do I Prêmio Geia de Monografia